quinta-feira, 16 de maio de 2013

VENEZA OLÉO SOBRE TELA

Veneza me atrai e inspira . O pôr do sol em Veneza é o tema que escolhi para esta tela. Preço para aquisição à combinar.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

DIA DO ARTISTA PLÁSTICO


8 de Maio

As artes plásticas são uma das formas de o homem eternizar sua singularidade e também de distinguir-se dos outros animais. O artista plástico é, antes de tudo, um sensível. Uma pessoa que usa o desenho, a pintura ou a escultura para expressar seu deslumbramento diante do mundo. Como uma criança, enxerga ou assimila o cotidiano de uma forma diferente, por um outro viés, talvez. Descortina-o mais do que o interpreta. E as impressões do que sua visão vai captando ou descortinando são registradas no tipo de arte com a qual se identifica ou se expressa melhor. O artista plástico, com sua arte, não permite que a luta diária da vida seque em seus olhos a constante surpresa perante a emoção das grandes e das pequenas coisas contidas no universo. Parabéns, artista plástico!
Dia do Artista Plástico

OS PRIMEIROS ARTISTAS

Desde os tempos mais remotos, o homem sentiu uma necessidade de expressar suas idéias ou impressões através de rabiscos ou desenhos. Sabemos que, na Idade da Pedra, o homem já utilizava imagens para registrar seus conhecimentos e ansiedades e a prova disso são os diversos e antigos afrescos encontrados nas cavernas do mundo inteiro. Eles nada mais são do que as primeiras pinturas, as primeiras manifestações do pensamento humano em forma de representação simbólica.
E então nos vem de imediato uma curiosidade: quem ensinou esses homens a desenhar? Quem lhes deu aulas de pintura ou noções de proporção e cor? Seria um impulso? Talvez fosse um impulso de manifestar as sensações do meio que o cercava, o impulso da criação, da expressão. Impulso que, no caso da arte, independe de aprendizado. Percebemos, então, que os primeiros homens eram autodidatas, ao recriarem os temas da natureza e os do dia-a-dia através da pintura.

ARTES PLÁSTICAS

A utilização de componentes visuais ou táteis para expressar o mundo real e o do imaginário é o que se denomina artes plásticas e, naturalmente, aquilo de que se ocupa um artista plástico, ao criar obras pictóricas ou esculturas.
O artista plástico cria desenhos, pinturas, gravuras, colagens e esculturas, fazendo uso do papel, da tinta, do gesso, da argila, da madeira, de metais, de programas de computador ou de qualquer outro material que lhe permita projetar sua criatividade e impressões do mundo do qual faz parte.
Dentro das atuais tecnologias da computação, ele pode ainda se especializar em animação e editoração eletrônica para criar vinhetas para a TV e páginas na internet.
O mercado de trabalho, no entanto, é concorrido e quem chega a se formar em artes plásticas numa faculdade ou universidade vai ter de competir com os que não possuem curso superior.
Uma vez formado, poderá expor suas obras em galerias de arte e museus ou ainda mostrar seu talento ilustrando livros e periódicos ou, se preferir, lecionar para as primeiras séries do ensino fundamental ou em cursos universitários.
Outra alternativa de trabalho seria a de gerenciar acervos e mostras em centros culturais ou fundações.

FORMAÇÃO EM ARTES

O tempo médio de um curso superior em artes plásticas é de quatro anos. As faculdades costumam exigir exames de aptidão aos candidatos e, uma vez selecionados, irão estudar matérias ligadas à área de humanas, como filosofia, estética, sociologia e comunicação, além de história da arte, é claro, com suas inúmeras escolas através do tempo.
Como é de praxe, hoje em dia, na maior parte dos cursos universitários, o aluno terá de apresentar uma monografia final. Não esquecendo que, em se tratando de artes plásticas, as oficinas e os horários dedicados ao trabalho prático serão bem mais importantes e necessários.
É aconselhável ainda uma pós-graduação em artes orientadas para as novas tecnologias de produção de imagens, que dará ao futuro profissional uma maior capacidade e competência para atuar no mercado de multimídia, bastante em alta por conta do aumento do número de sites na internet.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

8 de Maio

As artes plásticas são uma das formas de o homem eternizar sua singularidade e também de distinguir-se dos outros animais. O artista plástico é, antes de tudo, um sensível. Uma pessoa que usa o desenho, a pintura ou a escultura para expressar seu deslumbramento diante do mundo. Como uma criança, enxerga ou assimila o cotidiano de uma forma diferente, por um outro viés, talvez. Descortina-o mais do que o interpreta. E as impressões do que sua visão vai captando ou descortinando são registradas no tipo de arte com a qual se identifica ou se expressa melhor. O artista plástico, com sua arte, não permite que a luta diária da vida seque em seus olhos a constante surpresa perante a emoção das grandes e das pequenas coisas contidas no universo. Parabéns, artista plástico!
Dia do Artista Plástico

OS PRIMEIROS ARTISTAS

Desde os tempos mais remotos, o homem sentiu uma necessidade de expressar suas idéias ou impressões através de rabiscos ou desenhos. Sabemos que, na Idade da Pedra, o homem já utilizava imagens para registrar seus conhecimentos e ansiedades e a prova disso são os diversos e antigos afrescos encontrados nas cavernas do mundo inteiro. Eles nada mais são do que as primeiras pinturas, as primeiras manifestações do pensamento humano em forma de representação simbólica.
E então nos vem de imediato uma curiosidade: quem ensinou esses homens a desenhar? Quem lhes deu aulas de pintura ou noções de proporção e cor? Seria um impulso? Talvez fosse um impulso de manifestar as sensações do meio que o cercava, o impulso da criação, da expressão. Impulso que, no caso da arte, independe de aprendizado. Percebemos, então, que os primeiros homens eram autodidatas, ao recriarem os temas da natureza e os do dia-a-dia através da pintura.

ARTES PLÁSTICAS

A utilização de componentes visuais ou táteis para expressar o mundo real e o do imaginário é o que se denomina artes plásticas e, naturalmente, aquilo de que se ocupa um artista plástico, ao criar obras pictóricas ou esculturas.
O artista plástico cria desenhos, pinturas, gravuras, colagens e esculturas, fazendo uso do papel, da tinta, do gesso, da argila, da madeira, de metais, de programas de computador ou de qualquer outro material que lhe permita projetar sua criatividade e impressões do mundo do qual faz parte.
Dentro das atuais tecnologias da computação, ele pode ainda se especializar em animação e editoração eletrônica para criar vinhetas para a TV e páginas na internet.
O mercado de trabalho, no entanto, é concorrido e quem chega a se formar em artes plásticas numa faculdade ou universidade vai ter de competir com os que não possuem curso superior.
Uma vez formado, poderá expor suas obras em galerias de arte e museus ou ainda mostrar seu talento ilustrando livros e periódicos ou, se preferir, lecionar para as primeiras séries do ensino fundamental ou em cursos universitários.
Outra alternativa de trabalho seria a de gerenciar acervos e mostras em centros culturais ou fundações.

FORMAÇÃO EM ARTES

O tempo médio de um curso superior em artes plásticas é de quatro anos. As faculdades costumam exigir exames de aptidão aos candidatos e, uma vez selecionados, irão estudar matérias ligadas à área de humanas, como filosofia, estética, sociologia e comunicação, além de história da arte, é claro, com suas inúmeras escolas através do tempo.
Como é de praxe, hoje em dia, na maior parte dos cursos universitários, o aluno terá de apresentar uma monografia final. Não esquecendo que, em se tratando de artes plásticas, as oficinas e os horários dedicados ao trabalho prático serão bem mais importantes e necessários.
É aconselhável ainda uma pós-graduação em artes orientadas para as novas tecnologias de produção de imagens, que dará ao futuro profissional uma maior capacidade e competência para atuar no mercado de multimídia, bastante em alta por conta do aumento do número de sites na internet.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/maio/dia-do-artista-plastico.php

Dia do Artista Plástico

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

MARINHA

Óleo / tela 0,70 X 1,00 pintura estilo acadêmico.
Obra premiada na exposição, Salão das águas da Marinha do Brasil em dezembro de 2010.
Preço: R$ 1.850,00 

sábado, 16 de outubro de 2010

JOGO DE BÚZIOS

Esta obra retrata em luz e sombra bem marcantes , todo o mistério da leitora do jogo de búzios...  Esta técnica me permite dar movimento à cena.
Preço da obra sob consulta

COLHEDORES DE ARROZ


   
 Formas fragmentadas de figuras humanas , em atitude de colheita ,compõem esse quadro que considero extremamente decorativo para qualquer ambiente . 
     
Preço da obra sob consulta 

O VERMELHO E O BRANCO


O branco e o vermelho....   paz e energia... tudo com sobreposição de luz impondo movimento...  flores , cores e sensações... eu adoro tudo isso.
Preço sob consulta

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

OLÁ PESSOAL!!!!!!!!!!!



Olá....estou voltando ao blog para apresentar novos estilos de pintura que venho desenvolvendo...
é muito prazeroso poder criar novas peças...  com  cores e traços inusitados , livres..
e mais prazeroso ainda poder mostrar para vocês.......espero que gostem... e comentem
Ah!!!!!   não se esqueçam que essas e outras obras poderão ser adquiridas através do contato que se encontra nesse blog.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Feliz Ano Novo


São os votos de Zanza Cesetti para 2009

Restauração

Este quadro ganhou vida nova após ser restaurado por Zanza Cesetti.A obra tem cerca de 30 anos e estava totalmente apagado e sem definição.Apesar de não conhecer o pintor original da obra,Zanza Cesetti procurou captar todo o sentimento que ele tentou expressar.

Abstratos



Abstratos de Zanza Cesetti
As cores e movimentos do pincel oferecem ao observador uma liberdade maior de imaginação.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Lembrando Giuseppe Cesetti


Giuseppe Cesetti - Note biografiche

Giuseppe Cesetti

nasce a Tuscania nel 1902, in quella terra etrusca, assolata e silenziosa, che suscita in chi la trascorre l'idea di una terra plurimillenaria, dove il tempo è annullato e dove la natura ci dà ancor oggi un insegnamento mitico e primordiale che ci avvicina alle nascoste verità degli esseri e delle cose. Figlio di agricoltori, egli vive a Tuscania la sua limpida e penosa adolescenza. Questi anni di libera vita nella Maremma segreta ed antica daranno alla sua arte un'impronta indelebile che egli saprà preservare attraverso le molteplici esperienze della sua vita feconda. A sedici anni, lascia la famiglia ed incomincia il suo peregrinare. Attratto dai tesori e dalla profonda bellezza delle nostre città, egli percorre tutta la penisola, osservando i maestri e trovando particolare affinità spirituale nelle opere in cui si manifesta il mistero della natura e la indistruttibile poesia della vita. Nel 1927 si trova a Como, dove espone per la prima volta. Si trasferisce poi a Firenze, dove collabora con la galleria "Solaria", pubblicandovi alcuni disegni. Nel 1930 viene allestita alla Galleria Santa Trinità la sua prima mostra personale, che riscuote consensi generali. Importanti collezionisti e molti artisti tra i quali Libero Andreotti, Romano Romanelli, Ottone Rosai, Ugo Ojetti, incoraggiano la manifestazione acquistando dipinti. Ottone Rosai si lega a Cesetti Con fraterna amicizia. Nel 1931 Cesetti è nominato assistente alla cattedra di pittura dell'Accademia di Belle Arti di Venezia. Si riuniscono attorno a lui molti giovani e nasce il movimento del Cavallino. Sempre nel 1931 partecipa alla Quadriennale di Roma con tre opere, destando un vasto interesse della critica che ne parla come una "rivelazione", dedicandogli ampio spazio. Nel 1934 gli viene assegnata una parete alla Biennale di Venezia. Sono esposte cinque opere ( tra cui le notissime Alla staccionata e Nudo di giovinetta). Nel marzo del 1935 espone a Milano, alla Galleria del Milione, un gruppo di trenta opere impegnative, presentandosi con um Autoritratto. Alla Biennale del 1936 viene esposto il grande quadro I vaccari, una delle sue opere più significative. Dal 1935 al 1937 soggiorna a Parigi, dove entra a far parte del mondo artistico particolarmente vivo e appassionante di quegli anni stringendo rapporti di amicizia, fra gli altri, con Giorgio de Chirico, Filippo de Pisis e Antonio Aniante. Rientrato in Italia, si ferma a Milano, unendosi al gruppo del Pesce d'Oro composto da Giovanni Scheiwiller, Francesco Messina, Salvatore Quasimodo, Raffaele Carrieri, Leonardo Sinisgalli, Arturo Tofanelli ed altri. E' questo per l'artista un periodo molto intenso. Incaricato da Giò Ponti, esegue un pavimento in ceramica di vaste dimensioni, esposto alla Mostra Universale di Parigi del 1937, in una sala del padiglione italiano dove sono presenti anche Gino Severini e Massimo Campigli. L'opera di Cesetti riscuote ampio successo e viene riprodotta anche dalla rivista francese "Le décor d'aujourd'hui". Nel 1939 assume la cattedra di disegno al Liceo Artistico di Venezia, e nel 1941 viene nominato titolare della cattedra di pittura dell'Accademia di Belle Arti della stessa città. Nel 1943 chiede di essere trasferito alla cattedra dell'Accademia di Belle Arti di Roma. In quel periodo fonda la Galleria del Secolo. Finita la guerra, viene nominato dai comitati di liberazione deputato provinciale di Viterbo. Assieme a Bonaventura Tecchi, anch'egli deputato a Viterbo, si dedica particolarmente alla rinascita del patrimonio storico della Tuscia danneggiato dai bombardamenti. Nel 1946, su richiesta del ministero interessato, riprende la cattedra di Venezia. Organizza nello stesso anno il premio "La Colomba" che viene ospitato presso due padiglioni della Biennale, quello francese e quello tedesco, restaurati per la circostanza. Si può perciò considerare che da quel momento riprende vita la Biennale. Nel 1949 organizza e presiede, in collaborazione con il comune di Venezia, l'importante esposizione "50 anni di pittura in Italia", allestita nell'Ala Napoleonica, creando in quella occasione il "premio acquisto" tuttora attuale. Dal 1955 al 1958 risiede a Parigi ove dà inizio ad un suo importante periodo francese. Al ritorno in Italia riprende per breve tempo la cattedra a Venezia. Nel 1961 la città di Viterbo allestisce nel Palazzo dei Priori una grande mostra antologica di Cesetti, con oltre 100 dipinti che vanno dal 1928 al 1961. Nel 1962 viene trasferito all'Accademia di Belle Arti di Firenze. Ma prima che abbia inizio l'anno scolastico, è nominato addetto culturale per le Arti Plastiche e Figurative presso l'Ambasciata d'Italia a Parigi. In tale qualità intraprende una energica azione per valorizzare maggiormente gli artisti italiani all'estero, mediante mostre e pubblicazioni tra cui: "Pittura Italiana Contemporanea" in occasione delle "Journées Italiennes" a Mulhouse (maggio 1964); "Scultura Italiana Contemporanea" nel Museo di Le Havre (novembre 1964); "De Pisis, Donghi, Morandi, Soffici" alla Galleria dei Servizi Culturali dell'Ambasciata, Parigi (maggio 1965); "Nove pittori italiani a Parigi" alla Galleria dei Servizi Culturali dell'Ambasciata, Parigi (maggio1966); la stessa mostra viene trasferita nel mese di luglio al Palais de la Méditerranée a Nizza; "Recherches de 18 artistes italiens en France" alla Galleria dei Servizi Culturali dell'Ambasciata, Parigi (dicembre 1967). Contemporaneamente Cesetti dipinge con intensità, ispirandosi particolarmente, oltre che a Parigi, alle rive della Loira, alla Camargue, alla Normandie e all'Ile de France. Alla fine del 1967 rientra in Italia e si stabilisce a Roma, facendo tuttavia frequenti soggiorni a Parigi nel suo atelier de la rue de Seine. Dopo il terremoto che ha sconvolto nel 1972 la città di Tuscania, si adopera per la rinascita del centro storico e per ridare vita alle antiche tradizioni del luogo, promuovendo manifestazioni e movimenti tra cui l'"Associazione dei Butteri dell'Etruria Meridionale". Queste iniziative incontrano un immediato successo e un vasto eco nel clima di difesa dei valori essenziali che si è destato nel mondo e che Cesetti non ha cessato di esaltare attraverso la sua opera. Riprendendo la tradizione della famiglia, egli si dedica anche ad un allevamento di cavalli purosangue e maremmani, affidato alle cure della figlia Marta. Ma gran parte del lavoro lo svolge nello studio di Montebello, da dove può contemplare, ai quattro punti cardinali, la striscia del Mediterraneo, la catena di Montaùto, il monte Amiata, i monti Cimini, Allumiere e le due vaste vallate del Marta e del Fiora che lo videro adolescente e dove, d'estate, gli veniva "affidata" la mandria del nonno Agostino Meloni, allevatore attento ed affettuoso verso il bambino che portava spesso a cavallo, tenendolo tra le braccia sull'arcione della bardella maremmana. Da allora sono passai per lui lunghi anni di esperienza, di vicissitudini, ora lieti, ora tristi, anni però che furono sempre di intenso lavoro, di assoluta onestà e di esemplare chiarezza sia nei confronti della sua coscienza che della sua arte. Opere di Cesetti sono state esposte in numerosissime mostre, in Italia e all'estero, con i maggiori artisti italiani e stranieri, e si trovano nei musei e nelle collezioni private più importanti. Ha partecipato più volte con sale personali alla Biennale di Venezia e alla Quadriennale di Roma. E' stato critico dell'"Ambrosiano" e della "Gazzetta di Venezia". Ha pubblicato libri di poesia, prosa e saggi critici. Muore a Tuscania il 19 dicembre 1990.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Jesus o pastor

Jesus o pastor, mais uma obra de Zanza Cesetti em exposição em seu ateliê.Esse quadro está a venda, avaliado em R$ 1.800,00.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Girassóis

Girassóis, óleo sobre tela quadro em exposição na galeria La Giconda no México.